Mostrando postagens com marcador Amor próprio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amor próprio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Uns tem tanto e outros não tem nada! - 05/05/13



Não, não estou me referindo a riqueza monetária naturalmente associada a essa frase, estou falando de amor próprio.

Amar a si é uma propriedade divina até para quem é ateu, pq exige um equilíbrio surreal na minha opinião. Quem se ama de mais ou quem se ama de menos, na verdade não se conhece.

Quem se ama de mais, esquece que somos muitos habitando o mundo!
Quem se ama de menos, esquece que não se pode amar ou até mesmo ajudar os outros de verdade sem se amar primeiro!

Esse equilíbrio infernal as vezes, me faz perguntar, pq tudo é tão complexo? Pq a vida não podia ser um pouco mais didática com algumas coisas! Tenho para mim, que algumas lições, deviam vir de fábrica, pois elas tratariam muito mais harmonia ao mundo.

Viver no equilíbrio dos sentimentos e das coisas é a tarefa mais difícil para qualquer um, afinal hora você precisa se doar mais, hora você precisar recuar um pouco. O difícil é reconhecer quais são esses momentos.

Sempre acreditei na máxima de que fazer o bem, atrai o bem, o difícil encarar é que as vezes você precisar recuar e deixar de fazer o bem para os outros, para poder fazer o bem a si mesmo!

As vezes é preciso entender que o bem, não está relacionado apenas aos outros, o "eu" também faz parte dos "outros". 

Você tem cuidado bem do seu "eu"/"outro"?

domingo, 8 de dezembro de 2013

Via de mão dupla sempre! - 02/04/13


Quando escrevi esse texto, estava um pouco desgastada em função de reações que vivenciei na época. Hoje reflito que nem ao céu e nem a terra, afinal faço o que faço por ser minha natureza e não posso exigir dos outros que façam da mesma forma que eu. Em compensação, acredito que as pessoas de fato deveriam reconhecer nos outros algo que gostariam de oferecer e não conseguem, talvez, pelo menos demonstrar um sinal de tentativa por consideração.

"Hoje me peguei várias vezes pensando naquela máxima que diz que você tem que se doar sem esperar nada em troca, porque caso contrário a ação não é verdadeira ou de coração.

Juro, tentei com toda a força do mundo acreditar que essa forma de ver é praticável e justa, mas confesso que não consegui.

Eu tenho um grande defeito, sou uma pessoa que vivo em função dos outros ou das opiniões alheias. Minhas ações sempre colocam os outros em primeiro lugar ou ainda são moldadas pela opinião de pessoas de quem realmente me importam.

Para alguns isso se encaixa em falta de amor próprio, para outros em falta de personalidade e para alguns poderia ser a simples aplicação daquele velho conceito: não faça para os outros aquilo que você não gostaria que fizessem para você.

Eu acho que aplico um pouco das três, porque me recordo de muitos episódios em que hoje mais madura, sei que deveria ter sido um pouco mais egoísta. Da mesma forma que a minha passividade deixou que personalidades alheias determinassem pedaços do meu caminho. E ainda já fiz e faço coisas para os outros que não quero que façam comigo. Mas eu sou humana e me permito e me condiciono ao erro, porém de certa forma, ainda priorizo o coletivo na maioria das vezes.

Bom, onde quero chegar com esse texto? Simples! Quero dizer que sim, as pessoas deveriam esperar e exigir reciprocidade de tratamento, de carinho e de cuidado. Se eu faço de tudo para ajudar as pessoas, porque não posso esperar isso delas? Se eu sempre ofereço o meu melhor para elas, porque não posso esperar o mesmo delas? Se eu tolero os defeitos delas, porque não posso esperar tolerância delas?

Relacionamento interpessoal em todas as suas áreas de abrangência é uma via de mão dupla e não podem ser de via única. Se assim forem, alguém sempre sairá ganhando e o outro sempre sairá perdendo. Bondade, gentileza, caridade, paciência e tolerância não podem ser motivos para que os "espertos" se aproveitem ou então que pessoas sem essas capacidades julguem a falha de quem as tem.

Acho que nenhum extremo é válido, mas sem dúvida, precisamos sim frear esse caminho do egoísmo que está cada vez mais sólido na sociedade e repensar e resgatar alguns valores sociais que priorizam o outro. Somos uma sociedade de muitos e não um mundo só de nós!"